Grade cultural

A cada edição, a sinergia que rola no circuito alternativo de arte/lazer na Vila Madalena ganha força. Antes, havia cenário, galerias, lojas, restaurantes, bares e grafite. Mas com o advento Armazém da Cidade –Catraca Livre–, o roteiro se consolida e recebe a cada ‘finde”, mais e mais visitantes. 

Galeria do Meio, novo espeço de arte e lazer na Vila Madalena (Fotos: Daia Oliver)

Tudo começa no Armazém, cuja proposta extravasa o lazer –shows de jazz, chorinho, performances, produtos orgânicos, espaço ao ar-livre…– e fomenta novos talentos (arte, design, moda, artesanato) a voos rasantes. Sair de lá, principalmente em dias de Sol, é difícil, mas não esmoreça.

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A galeria Choque Cultural, do multimídia Baixo Ribeiro, está logo ao lado. Há sempre exposições fora do eixo – belas. O Beco do Batman desponta em curto horizonte. Percorra as ruelas observando bem os grafites, para na sequência vê-los enquadrados na galeria A7MA (expo atual: Perda, de Rafael Hayashi). Lá, é possível entender um pouco mais sobre o universo do grafite e derivações.

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 Subindo a rua Harmonia até a Aspicuelta, desvende as lojas e seus mistérios. Tem a Farm (grife carioca), Retrô 63 (produtos anos 50, 60 e 70), Lá da Venda (chef Heloisa Bacellar), O Chão (produtos orgânicos) e outros ‘pit stops’ irresistíveis.

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 Na Aspicuelta, vire à direita e conheça a galeria Nikon (expo atual: Anjos 80 – Renato dos Anjos), galeria Porão (expo atual: O nascimento de uma estrela – Pelé. José Dias Herrera), Espaço Cult (publicação, eventos, palestras, cursos & afins), a Queijaria (queijo e vinho?), Doces de Laura (um docinho?), Galeria do Meio (dezenas de expositores/artesãos) e retorne ao Armazém. Lembre-se: há food trucks em todo o percurso.

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 “No início, houve protesto de moradores contra o barulho, mas com a política da boa vizinhança determinamos horários e estamos conseguindo ajustar o espaço de convivência”, diz o jornalista Gilberto Dimenstein, dono do Armazém e fundador do Catraca Livre.

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 A Galeria do Meio é exemplo do movimento colaborativo que permeia a rota. O espaço, onde funcionava loja de orquídeas e bar –fechava aos fins de semana– foi ocupado por dezenas de artesãos que oferecem desde luminárias, roupas, bijuterias até quadros e terrários. Para arcar com o aluguel do imóvel, o expositor paga módicos R$ 250. “Depois que abrimos página no Face e Instagram, tem artista vindo do Rio de Janeiro, Ribeirão Preto, Jundiaí, Campinas e outras cidades”, revela o organizador Edu Mônaco.
O evento rola todos os fins de semana e, com a proximidade das festas de fim de ano, já existe um movimento paralelo que pretende ampliar o mix de produto e incrementar a programação.

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