Costura fina

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Desde 2003, o Ateliê397 alimenta o fogo do caldeirão artístico numa casinha típica da Vila Madalena – que une simplicidade à complexidade de significados que tenta traduzir e viabilizar. Capitaneado pelos comunicadores Marcelo Amorim e Thaís Rivitti, uma equipe de cinco artistas propõe formas, cada um em seu nicho, de iluminar exposições e projetos que correm fora do circuito tradicional de galerias. São eles: Maikon Rangel, Yudi Rafael, Sérgio Pinzón, Leonardo Stroka e Pedro Gallego.

“Buscamos links entre o conteúdo de projetos, exposições e, a partir disso, tentamos financiamento”, explica o colombiano Sérgio Pinzón, responsável pelas relações internacionais. “Costumamos promover encontros para discutir modos de fazer as coisas acontecerem”, diz. “O foco é arte contemporânea.”

Atualmente com a exposição “Dirty Looks NYC”, plataforma para filmes queer, vídeo e performance – cujo curador Bradford Nordeen esteve presente na abertura –, o Ateliê397 costura pontos radicais que vão desde a possibilidadade de transformação do Rio Tocantins até a cirurgia de mudança de sexo. Tudo com o objetivo de discutir identidades construídas no campo da arte. Leda Catunda, Nino Cais, Laura Andreato e outros expoentes da arte experimental já passaram por lá.

 

Atelie397
Rua Wisard, 397
Atelie397.com

 

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